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LETRAS DE PONTOS -  CABOCLOS

 

 

 

 

GUERREIRO DA MATA

 

Sou filho do Vento da Mata,

Do Vento que vem e que vai,

Oçanhe me olhe e me ajude,

Oxóssi que é o meu Pai.

 

Guerreiro da Mata eu sou,

A vida me ensina a viver,

Sou filho do Vento da Mata,

Coragem, se tens, vem me ver.

 

Sou filho do Vento da Mata...

 

A lança que eu trago, eu fiz,

Meu arco não atira, em vão,

Na mata, onde eu sou feliz,

Levo sempre um escudo na mão.

 

Sou filho do Vento da Mata...

 

Guerreiro de Tribo Valente,

A brisa da mata é meu ser,

Coragem eu trago na frente,

Que Oxóssi me dá, pra vencer.

 

Sou filho do Vento da Mata...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O LÍRIO DO CABOCLO

 

O lírio, o lírio ê, o lírio, o lírio ê,

O lírio, o lírio ê, o lírio.  (bis)

O lírio é uma flor tão linda,

Que enfeita o Juremá. (bis)

Seu Serra Negra apanhou,

O seu bodoque e a sua flecha,

Sua ema foi caçar. (bis)

Atravessou toda a floresta,

Numa noite de luar. (bis)

O lírio, o lírio ê, o lírio, o lírio ê, o lírio, o lírio ê, o lírio. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI

 

Quem mora na mata é Oxóssi,

Oxóssi é caçador,

Oxóssi é caçador.

Eu vi meu pai assobiar,

Eu mandei chamar.

Vem da Aruanda ê,

Vem da Aruanda a,

Pai Pena Branca,

Vem da Aruanda,

Vem na Umbanda.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi mora debaixo da Gameleira,

Debaixo da Gameleira,

Salve Rompe Mato,

Salve Arranca Toco,

Salve o Tira Teima,

Ele é Caboclo,

Em qualquer lugar,

Firma seu ponto,

Sem medo de errar,

Só não me toque,

Nas palmas da Jurema,

Sem a Lei Suprema,

Do Pai Oxalá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

No tronco de uma árvore eu vi,

Eu vi amarradas suas mãos,

Era Oxóssi o Rei das Matas,

O meu glorioso São Sebastião.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Cacique Oxóssi é Rei lá no sertão,

Baixou nessa Ceara,

Com a pemba na mão.

Ensina os teus filhos a girar,

Ensina os teus filhos a girar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi ê ê, Oxóssi ê a,

Ele é o dono das matas,

Onde canta o sabiá,

Ele é o dono das matas,

Onde canta o sabiá,

Pena Branca mandou lhe chamar,

Jaguarema e Tupinambá,

Oi lá nas matas onde canta a Iracema,

Pra Oxóssi e pra Jurema,

O seu ponto eu vou cantar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi assobiou, oi lá no Humaitá,

Oxóssi assobiou, oi lá no Humaitá,

É Ogum quem está de ronda,

Cavaleiro de Oxalá, (bis)

É Ogum quem está de ronda,

Na porta desse Congá, (bis)

Ele só da entrada,

Para os filhos de Oxalá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Quem manda na mata é Oxóssi,

Oxóssi é caçador,

Oxóssi é caçador,

Eu vi meu Pai assobiar,

E eu mandei chamar,

Vem de Aruanda vem,

Vem de Aruanda,

Seu  Pena Verde, é de Umbanda,

É de Aruanda é, é de Aruanda é.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PENA BRANCA

 

Pena Branca!...  Pena Branca!...

Tem penas para voar!... (bis)

Eu venho pra ver meu povo!...

E volto pra Oxalá.... (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Okê Caboclo!...  Okê Caboclo!...

Pai Pena Branca da raiz do Urucá. (bis)

Quanta beleza!...

Pai Pena Branca,

É um bamba no Congá,

Seu Pai Tupã,

Que é Rei das Matas,

Que lhe dê forças,

Pra sempre nos ajudar.

 

Okê Caboclo!...   Okê Caboclo!...

Pai Pena Branca da raiz do Urucá. (bis)

E nos meus versos!...

Eu ofereço toda a minha gratidão,

Grito bem alto, Okê Caboclo!...

Pai Pena Branca mora no meu coração.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ARRANCA TOCO

 

Caboclo Arranca Toco,

A tua luz é minha guia,

Tu és Oxóssi,

És filho da Virgem Maria,

A tua luz ilumina no escuro,

Todos os filhos do Terreiro,

Estão seguros.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO VENTANIA

 

Jurema sua flecha caiu,

E ninguém sabe,

E ninguém viu,

Eu vou chamar,

O Caboclo Ventania,

Só ele sabe,

Onde a flecha caiu.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ogã segura o toque,

Com Deus e Virgem Maria, (bis)

Pôr Oxalá, meu Pai,

Saravá seu Ventania. (bis).

 

015

 

Oi, rouxinol ventania,

Rouxinol, ventania.

Na raiz da arucáia,

Sua cobra é um segredo,

Ele mora no lajedo,

Sentado na beira-mar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JANDIRA

 

Quem quer viver sobre a terra,

Quem quer viver sobre o mar,

Salve a Cabocla Jandira,

Salve a Sereia do Mar.

 

Oê, oê, oê...  oê, oê, oa...

Oê, oê, oê...  Jandira. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUREMA TRONQUEIRA

 

A Estrela d'Alva lá no Céu apareceu,

As matas de Oxóssi iluminou... (bis)

Jurema Tronqueira!...

Saia das matas com seus filhos,

O Juremedo. (bis)

Cabelos longos, olhar distante,

Sua galera enternecida, o Juremedo,

Jurema Tronqueira!...

Saia das matas com seus filhos,

O Juremedo. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUREMA FLECHEIRA

 

Jurema é flecheira,

Quem é, que diz, que não...

É flecheira do fundo do mar,

Da Falange de Ubiratã.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUREMA

 

Lindo cocar de pena,

Que ganhou,

A Cabocla Jurema!...

Quem lhe deu,

Foi meu Pai Oxalá!...

Oê, oê, oá ...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUREMINHA

 

Ô Jureminha,

Urubatão está chamando...

Na sua mata virgem,

Uma coral piou... (bis)

Ôi firma o ponto Jurema,...

Rainha do Juremá.

Ela é a Cabocla,

Filha de Tupinambá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUREMA

 

Cidade de Jurema teve um tiroteio,

Sua cabana ela abandonou,

Oi Juremê, oi Juremá,

O Rei das Matas mandou lhe chamar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Eu já mandei fazer,

Três capacetes de penas. (bis)

Um é pra Jupira,

Outro pra Jandira,

E o outro, pra Jurema.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Companheiros da Jurema,

Não deixem suas matas sozinhas. (bis)

Lá tem coisas preciosas,

E a Jurema é a Rainha. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxalá chamou,

Oxalá chamou...

E já mandou buscar,

Os Caboclos da Jurema,

Oi lá no Juremá.

 

Mandai, mandai...

Minha Cabocla Jurema,

Os seus flecheiros,

Essa é a ordem suprema.

 

Oxalá chamou,

Oxalá chamou...

E já mandou buscar,

Os Caboclos da Jurema,

Oi lá no Juremá.

 

Pai Oxalá...

Ele é o Rei do Mundo inteiro,

E já deu ordens pra Jurema,

Mandar seus capangueiros.

Oxalá chamou...

Oxalá chamou...Oxalá chamou...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ela é cabocla,

Ela é flecheira,

Bumba na calunga,

É caçadora de feiticeira,

Bumba na calunga,

Oi ela vai firmar seu ponto,

Bumba na calunga,

Oi vai firmar lá na Angola.

Bumba na calunga.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

No meio da mata virgem.

Uma linda cabocla eu vi,

Com seu saiote, feito de pena,

É a Jurema, filha de Tupi,

 

Jurema, Jurema, Jurema,

É a Jurema, filha de Tupi,

Ela veio lá do Juremá,

Vem firmar seu ponto nesse Congá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O Jureminha, Jurema do Juremá,

Sua flecha caiu serena,

Dentro desse Congá,

Salve Ogum, que está de ronda,

Salve Cosme e Damião,

Salve a Cabocla Jurema,

Que nos trás a proteção,

O Jurema. 

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Bamba ruê,

A terra é de Jurema!... (bis)

Seu grito é muito forte,

O machado tem bom corte,

O leão veio das matas,

Seu Rei é Xangô.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Leão nas matas berrou,

Jurema foi caçar,

Jurema é caçadora,

Seu pai foi trabalhar,

Jurema é caçadora,

Que veio saravá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Lá na Jurema,

Debaixo de um pé de Ingá,

Lá onde a lua clareia os caboclos,

Eu vi o seu Pena Branca passar.

Jurema, Jurema,

Salve o seu Juremá.  (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Queria ver um sabiá cantar,

Mas não é um sabiá que está cantando,

É uma cabocla Jurema que está assobiando. (bis)

 

Vem Jurema, o Jureminha, o Juremá,

Vem nesse terreiro, pra seus filhos ajudar.

Como são lindos os cabelos da Jurema,

A luz brilhante do seu olhar,

Ela é Jurema da Mata Virgem,

Veio no Reino pra trabalhar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SETE FLECHAS

 

Jurema sua flecha caiu,

E ninguém sabe e ninguém viu,

Eu vou chamar o Caboclo Sete Flechas,

Só ele sabe aonde a flecha caiu.

A flecha que subiu no ar e caiu no mar,

Onde estava Iemanjá,

A flecha caiu tão serena,

Que riscou o ponto da Cabocla Jurema.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Rê, rê, rê...  rê, rê, rê...

Rê, rê, rê...  rê, rê, ra...

Saravá seu Sete Flechas,

Ele é o Rei da Mata,

Quando seu bodoque atira...

Caramba!...

Sua flecha mata. (bis)

 

Rê, rê, rê...  rê, rê, rê...

Rê, rê, rê...  rê, rê, ra...

Caboclo Sete Flechas no Congá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Naquela aldeia, tem sete coqueiros,

Tem sete cobras, todas a piar,

Ele se chama Sete Flechas de Umbanda,

Sua mironga é lá do Juremá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PENA VERDE

 

Um grito lá na mata ecoou,

Foi seu Pena Verde quem chegou,

Com sua flecha, com seu cocar,

Seu Pena Verde vem nos ajudar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

SAUDAÇÃO

 

Caboclo não tem caminho para caminhar,

Caboclo não tem caminho para caminhar,

Caminha pôr cima da folha,

Pôr baixo da folha,

Em todo lugar, Okê Caboclo!... (bis)

 

Que lindo pisar que tem os caboclos,

Pisando na areia no rastro dos outros,

Salve Iemanjá e salve a Sereia,

Salve os Caboclos que pisam na areia. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TUPINAMBÁ

 

Tupinambá, Tupinambá,

Filho de Umbanda,

Tupinambá, Tupinambá,

Venceu demanda,

Tupinambá, Tupinambá,

Chefe guerreiro,

Tupinambá, Tupinambá,

Vem no Terreiro.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Estava na beira do rio,

Sem poder atravessar,

Chamei pelo Caboclo,

Caboclo Tupinambá...  (bis)

Tupinambá chamei, chamei...

Tornei chamar e a!...

Tupinambá chamei, chamei...

Tornei chamar e a!... (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

No alto da Serra Morena,

Eu vi uma coral piar,

Piava porque estava presa,

Amarrada no botoque de Tupinambá.

Piou, pediu a Lei Nagô,

Piou, pediu a Lei Nagô,

Trazia um tira teima na testa,

Sinal de caboclo, ele ali girou.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO DA MATA VÍRGEM

 

Caboclo da mata virgem,

Da mata cerrada, lá da Juremá,

Quem manda na mata é Oxóssi,

Quem manda no Céu é Oxalá. (bis)

Rê, rê, rê, Caboclo,

Quero ver girar,

Quero ver Caboclo,

Na Umbanda arriar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Na sua aldeia, onde ele é Caboclo,

É Rompe Mato, é Arranca Toco,

Na sua aldeia, lá na Jurema,

Não se faz nada, sem a Lei Suprema.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TUPIMIRIM

 

Tupimirim auê, Tupinambá!...

Arranca Toco,

Traz a Jurema pra cá,

Mãe Iara, Mãe Sereia,

Jurema vem trabalhar.  (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ROXO

 

Caboclo Roxo,

Da cor morena,

Ele é Oxóssi,

Caçador lá da Jurema.

Ele jurou, ele jurará,

Pelos conselhos,

Que a Jurema veio dar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO CACIQUE GUARANI

 

Aí vem chegando o Cacique Guarani,

Ó Deus permita que ele venha até aqui,

Salve Tupã, salve Iara e Potí,

Salve Tupã e viva o Guarani.

Salve o luar, salve o sol, salve o cruzeiro,

Salve o Guarani que baixou nesse terreiro.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo a sua mata é verde,

É verde como a cor do mar,

Mas ele é casutão da Jurema,

Ele é casutão da Jurema,

Ele é casutão da Jurema e Naruê.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Encruza a espada e a lança,

Lá no reino da Jurema,

Ele é Rompe Mato Ogum,

Ele é Rompe Mato Ogum,

Ele é Rompe Mato Ogum,

E eu também sou Tira Teima.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PENA VERDE

 

Seu Pena Verde quando vem da aldeia,

Vem trazendo pemba,

Pra saudar filhos de Umbanda,

Ele é caboclo, ele é flecheiro,

Ele é de Oxóssi, ele é caçador.

Seu Pena Verde,

É um caboclo flecheiro,

Ele é cacique, ele é feiticeiro,

Ele vem girando, ele vem assobiando,

Sua flecha atirando, ele vem caçando,

Ele é o Rei das Matas, lá na Aruanda,

E vem na Terra, pra salvar filhos de Umbanda.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO XAPANÃ

 

Xapanã vem descendo de Aruanda,

Trazendo pemba pra salvar,

Filhos de Umbanda,

Ele é caboclo, é flecheiro atirador,

Lá na Aruanda Xapanã é um vencedor. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO UBIRAJARA PEITO DE AÇO

 

Corta mironga, corta senhor,

Corta língua de falador,

Pôr onde ele passa,

Não tem embaraço,

Chegou Ubirajara Peito de Aço.

O seu saiote tem pena dourada,

Seu capacete brilha na alvorada.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO UBIRAJARA

 

Que penacho é aquele,

Que penacho é aquele,

É de arara,

Vem rompendo a mata virgem,

Vem rompendo a mata virgem,

É o Caboclo Ubirajara,

O seu saiote tem pena dourada,

Seu capacete brilha na alvorada.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO  OGUM DAS MATAS

 

Que cavaleiro é aquele ,

Que vem cavalgando pelo céu azul,

É Caboclo Ogum das Matas,

Que vem defendendo o Cruzeiro do Sul.

Ererê, o cangira, êrerá,

Ererê, o cangira, pisa na Umbanda (bis)

Seu Cangira é Rei de Umbanda,

Seu Cangira vem saravá,

Seu Cangira trás para os filhos,

A proteção de Oxalá, seu Cangira,

Ererê, ô cangira, êrerá,

Ererê, seu Cangira pisa na Umbanda. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA  IARA

 

Estrela, Sol e Lua,

Que clareia o Juremá ( bis)

Oi que valha-me todos os Caboclos,

De flecha e botoque,

Oi que me valha Iara. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO  GRAJAÚNA

 

Eu sou caboclo, eu sou Tamoio,

Eu venho lá de Aruanda,

Eu sou caboclo, eu sou Tamoio,

Eu venho lá de Aruanda,

Eu sou caboclo, o meu nome é Grajaúna,

Eu sou Tamoio, eu sou Guerreiro de Umbanda,

Eu sou Tamoio, eu sou Guerreiro de Umbanda.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO  ROMPE  MATO

Saudação

 

Hoje tem alegria,

No terreiro de meu pai,

Saravá seu Rompe Mato,

Que ele é chefe de gongá...

Embala eu babá!...

Embala eu!...

Embala eu babá!...

Embala eu!...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA IRACEMA

 

Iracema vem descendo de Aruanda,

Trazendo pemba pra salvar filho de Umbanda,

Ela é cacique, flecheira e atiradora,

Lá na Aruanda Iracema é vencedora.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

FALANGE DE OXÓSSI

 

Das minhas matas, venho chegando,

Com minhas cachoeiras descarregando,

Das minhas marolas, venho trabalhar,

Com minhas falanges descarregar.

 

Ai, minhas flechas,

Ai, meu guiné,

Ai meu Jesus, de Nazaré. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO GIRASSOL

 

Gira, gira, gira,

Minha estrela no arrebol,

Vem chegando, vem girando,

O Caboclo Girassol. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI CACHOEIRINHA

 

A trovoada lá no céu roncou,

A água na cachoeira rolou,

Oi saravá seu Cachoeirinha,

Oi saravá meu Pai Xangô. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI DE PEMBA –VENTANIA

 

Óh ! Cadê a ôro pemba,

Os meus caboclos pemba. (bis)

 

Veado no mato é corredor,

Oxóssi no mato é caçador,

Cadê o Caboclo Ventania,

Esse caboclo é o maior do dia. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

TUPINAMBÁ

 

Lá na mata tem guiné,

Tupinambá se ajoelhou, ô, ô, ô, ...

Com sua flecha na mão,

Pedindo força e proteção.

 

Ao passar da meia-noite,

Um  clarim eu vi tocar,

São guerreiros de Aruanda,

Vem saudar Tupinambá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PANTERA NEGRA

(Na linha de Oxóssi)

 

Ele é Oxóssi da mata virgem,

E ele vem com seu florete na mão,

Ele vem abençoar seus filhos,

Que aqui vieram pedir proteção. (bis)

Avança, avança, lanceiro,

Com seu florete na mão,

Quem não conhece o Pantera Negra,

Ele é o chefe de toda a legião.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

SETE FLECHAS

 

Na mata virgem o sabiá cantou,

A Estrela lá no céu brilhou,

Oh! Caramba ( poranga),

Ele é o Rei dos Caçadores,

Ele é o Rei do Juremá.

Saravá seu Sete Flechas,

Ele é o dono do Congá.

Ê, ê, ê, á,

Ogum venceu demanda,

Nos campos de Humaitá (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

FESTA NA MATA

(Na irradiação de Oxóssi e Pantera Negra)

 

Pantera Negra coroou,

Seu Sete Flechas na floresta.

E nesse dia toda a mata,

Era uma cidade em festa,

E os caboclos se enfeitaram,

Com a folha da guiné.

E os caboclos curiaram,

A chamar Quibandeodé,

Oh! Quibandeodé,

Oh! Quibandeodé,

Oh! Quibandeodé,

Oh! Quibandeodé.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI CAÇADOR

 

Quem manda na mata é Oxóssi,

Oxóssi é caçador,

Oxóssi é caçador,

Eu vi meu pai assobiar,

E eu mandei chamar,

É na Aruanda é,

É na Aruanda é,

Seu Pena Branca (Verde) de Umbanda,

É na Aruanda. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI

 

Eu corri terra, eu corri mar,

Até que cheguei no meu país.

Oh! Viva Oxóssi na sua mata,

Que a folha da Jurema ainda não caiu.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ai não me toque na espada de Ogum,

Ai não me toque na machada de Xangô,

Ai não me toque na Linha de Oxóssi,

Que nas matas tem um velho caçador,

Que nas matas tem um velho caçador.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI PENA BRANCA

 

Ele atirou, ele atirou e ninguém viu,

Seu Pena Branca é quem sabe,

Ande a flecha caiu. (bis)

 

Se o seu saiote é carijó,

A sua pena de ara, orô,

Ele é Oxóssi, é,

Oxóssi é Rei lá na mata,

Oxóssi é Rei na Guiné.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO DA MATA

 

A Coral é sua cinta,

A Jibóia é sua laça... (bis)

Ois qui bumba, ois qui bumba,

Ois qui bumba ê,

Caboclo mora na mata. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

FLECHEIROS

 

Flecha, flecha, flecha, flecha,

Flecha, flecha, flechador,

Que na ponta de tuas flechas,

Vem a benção do Senhor. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO CAJÁ

 

Caboclo das matas,

Que mata é a sua,

É a de lá, é a de cá,

É das Tribos de Cajá,

A onde pia a cobra,

Onde canta o sabiá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO GUARÁ

 

Guará ê ê... Guará,

Guará da Mãe de Deus, Guará,

Ê ê Guará, ê ê Guará. (bis)

 

Você diz que é da lei, Guará,

No terreiro ele é rei, Guará,

Tem o seu corpo fechado, Guará,

 

Guará, ê ê... Guará....

 

Ele agora vai embora, Guará,

Porque está chegando a hora, Guará,

Está perto a sua glória, Guará,

Porque conta com a vitória, Guará.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ROXO

 

Caboclo Roxo, da pele morena,

Ele é Oxóssi, é caçador lá na Jurema. (bis)

Ele jurou, e ele jurará,

Pelos conselhos que a Jurema veio dar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI CAÇADOR

 

Atira, atira, eu atirei,

No bambá, vou atirar. (bis)

Veado no mato é corredor,

Oxóssi na mata é caçador. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI DO MARACATÚ

 

Eu vi chover, eu vi relampear,

Mas mesmo assim o céu ficou azul,

Firma seu ponto, na folha da Jurema,

Oxóssi é bamba no maracatú. (bis)

 

O bombardeio que se deu na aldeia,

Sua palhoça, Oxóssi quis abandonar,

Mas ele é um caboclo de demanda,

Vem de Aruanda, lá do Juremá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXALÁ E ODÉ (OXÓSSI)

 

Oxalá Velhinho,

Oxalá e com Odé,

Oxalá de Urumilaia,

Oxalá da Umbanda. (bis)

 

Quando sair o sol,

Eu vou entrar na mata,

Vou falar com Oxóssi,

Jurema, Oxóssi é caçador. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

ÁGUIA BRANCA

 

Águia Branca, vem de Aruanda,

Vem sozinho, vem sozinho trabalhar,

Saravá, saravá, saravá,

E a falange de Águia Branca vai baixar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE OXÓSSI

 

Ó viva Oxóssi, nas suas matas,

Na sua macaia é caçador,

Com sua flecha e seu bodoque,

Ai viva Deus, Nosso Senhor. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE OXÓSSI

 

(Pode ser cantado em trabalhos especiais, pois o ponto é um mantran  que demonstra a força dos guias espirituais)

 

Caboclo não tem caminho,

Para caminhar, (bis)

Ele passa por cima da folha,

Por baixo da folha,

Em qualquer lugar...

Ele passa por cima da folha,

Por baixo da folha,

Em qualquer lugar...Okê Caboclo!

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

BEREQUETÊ

(Reza da Nação de Kêto – Linha de Cigano, na vibração de caboclos )

 

Berequetê, berequetê, inhá,

Kiginalô, Kurimá,

Berequetê Babá,

Kerequetê, ô ô

Kiginalô Kurimá,

Berequetê Babá (bis)

 

Aruê pam, aruê pam,

Aruê seu pam pam pam,

Aruê pam. (bis)

 

Lay lay lay lay lay lay,

Lay lay lay ô laê,

Lay lay lay. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI COBRA CORAL

 

Estrela d’Alva é nossa guia,

Que corre o mundo sem parar .(bis)

Alumia a mata virgem,

E o terreiro de além mar. (bis)

 

Okê Caboclo chama seu Cobra Coral,

Okê Caboclo chama seu Cobra Coral,

Abre trabalho, na mata virgem ,

Chama seu Cobra Coral. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

TUPINAMBÁ

 

Tupi, Tupinambá, queremos saravá,

Cantando sempre alegre,

O nosso Rei é Xapanã !

Hei de vencer, hei de guiar,

Cantando sempre alegre,

O nosso Rei é Xapanã !

O nosso Rei é Xapanã !

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

FLECHEIRO CAJAN

 

Cajan tu vem de Aruanda,

Cajan tu vem trabalhar...

Cajan tu vem de Aruanda,

Cajan tu vem é de lá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

FLECHEIRO CAJAN

 

Saravá! O Povo de Umbanda,

Saravá!...

Saravá, o Flecheiro Cajan,

Que vai baixar, ô ô...

Saravá!

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE OXÓSSI

 

Foi Zâmbi quem criou a terra,

Foi Zâmbi quem criou o mar,

Foi Zâmbi quem criou as estrelas,

Que iluminam Oxóssi lá no Juremá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

REZA PRA ODÉ (OXÓSSI)

 

Aruê, cajador,

Lembarenguaje patozi baé,

Tawamy-aruê caçador,

Lembarenguaje patozi baé,

Tawá mi.

 

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PAI URUBATÃ

 

La no alto da floresta,

Da seara do Senhor,

É o Pai Urubatã, chefe guerreiro,

Que acaba de chegar,

Com sua machada ele é cacique,

É o Rei do Juremá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE OXÓSSI

 

Luar oi, luar oi,

Segue seu andar ó luar...

Segue seu andar ó luar...

O caboclo vem das matas,

Pra baixar neste congá,

Ele vem lá da Aruanda,

Para seus filhos salvar.

No alto daquela serra,

Onde canta o sabiá,

Onde Oxóssi é Rei da Mata,

O caboclo mora lá! Oi...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO UBYRARA

 

Sou o Caboclo Ubyrara,

Filho de Zâmbi e Tupã,

Sou o Caboclo Ubyrara,

Gêmeo de Urubatã.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO AIMORÉ

 

A água com areia,

Não pode demandar,

A água vai embora,

Areia fica no lugar. (bis)

Se é de zum zum zum,

Chegou o Aimoré,

Cacique guerreiro,

Pa salvar filhos de fé. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TUPAÍBA

 

Nós somos dois irmãos guerreiros,

Dois irmãos unidos,

Meu nome é Tupaíba,

Sou filho de Aimoré,

Lá nas tribos Guaranis,

Meu irmão chama Pery. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ARRANCA TÔCO

 

Na sua aldeia ele é caboclo,

É Rompe Mato é Arranca Toco,

Na sua aldeia, lá na Jurema,

Não se faz nada,

Sem a Lei Suprema. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO DO VENTO

 

Peguei na pemba,

E a pemba balanceou,

Peguei na pemba,

E a pemba balanceou,

Cadê o Caboclo do Vento,

O Caboclo do Vento chegou. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE ROMPE MATO

 

Oi caêta, oi caêta,

Oi caêta, oi caêta,

Eu vi o dono da mata, eu vi,

Eu vi o seu Rompe Mato, eu vi,

Caboclo nasceu na mata, e ocê...

Eu seu Rompe Mato no arerê...oi (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

TUPI  MIRIM

 

Eu sou Tupi Mirim,

Nascido na beira do cais,

O meu babá, Tupinambá,

Minha babá, Yara.

Aquele manto que brilhou,

Lá no espaço,

É o manto da babá Yara. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

JUREMA

 

Jurema saia das matas,

Vem pro Terreiro, pra trabalhar,

Trazendo seu Pena Branca,

E o Cacique Tupinambá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

JUREMA

 

Entrei na mata e avistei um clarão,

De uma estátua de corpo inteiro no chão.

Não era Yara não, nem a Jandira, não,

Era a Jurema com seu bodoque na mão (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA

 

Meu passarinho azulão,

Quando voa não senta no chão.(bis)

Ai que linda caboclo de pena,

Pena bonita, bodoque na mão. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA

 

Voou, voou, meu passarinho azulão,

Quem rola pedra é Xangô,

Afirma o ponto no chão,

É a Cabocla Jurema,

Com seu bodoque na mão.(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA – CHAMADA GERAL

 

Oxalá mandou,

Ele mandou buscar,

Todo o Povo de Jurema,

Lá do Juremá... (bis)

 

Seu Oxalá,

Que é o Rei do Mundo inteiro,

Manda ordem pra Jurema,

Mandar seus Capangueiros...

 

Baixai, baixai,

Minha Cabocla Jurema,

Com seus Capangueiros,

Essa é a ordem suprema...

 

Oxalá mandou...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA

 

La naquela floresta,

Tem uma serra morena. (bis)

Onde o luar clareia, pra saravá,

Todo o Povo de Jurema. (bis)

Jurema do Juremê, Jurema do Juremá,

Jurema do Juremê, Jurema do Juremá.

É uma cabocla de pena,

Vamos todos saravá.

O piô, piô, o piá, piá... (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA

 

O leão urrou na mata,

Jurema foi caçar,

Jurema é caçadeira,

E o seu pai foi saravá. (bis).

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA IMEMBUY

 

A Cabocla Imembuy,

Vem trazendo a estrela guia. (bis)

Cobrindo todos os seus filhos,

Com o manto da Virgem Maria. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA

 

Eu vi uma flecha zunir,

Eu vi uma estrela brilhar,

Eu vi o Povo de Jurema,

Querendo baixar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

JUREMA

 

Jurema ! O Juremê, Juremá. (bis)

É uma cabocla flecheira,

Que atirou flecha pro ar,

Atirou numa Jibóia,

E matou cobra Coral.

 

Ai como é lindo o cabelo de Jurema,

A luz brilhante do seu olhar,

Salve a Jurema, saiu das matas,

Tá no terreiro, pra saravá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

JUREMA – CHAMADA GERAL

 

Arreia capangueiros,

Capangueiros da Jurema,

Arreia capangueiros,

Capangueiros da Jurema. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

JUREMA

 

Lá no caminho de jacutá,

Onde eu plantei minha roseira...

Foi no caminho de jacutá,

Onde eu plantei minha roseira...

Jurema vai firmar seu ponto,

A Estrela d’Alva é nossa guia. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

FILHO DO SOL

(Na irradiação de Jurema)

 

No tronco de uma mangueira,

A Jurema me esperou. (bis)

É o Filho do Sol,

Que a sua flecha atirou. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA

 

Jurema do Juremeiro,

Do Tronco de Juremá. (bis)

Saravá Arranca Toco,

E a Cabocla Giruá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA

 

Que lindo capacete de pena,

Ganhou a Cabocla Jurema. (bis)

Mas quem lhe deu,

Foi Papai Oxalá, á á,

Ê ê ê ê ê á,   ê ê ê ê ê á... (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA

 

Salve a dona Duacema,

A dona de Goyá. (bis)

Salve a dona Duacema,

A dona de Goyá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LINHA DE JUREMA

 

Nas suas matas,

Minha Mãe é a Rainha,

A lei suprema de toda a Juremá,

Vem óh! vem óh! Mãe Jurema,

Abençoar seus filhos,

Que estão neste congá. (bis)

 

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PONTO DE FIRMAÇÃO DE TERREIRO NA ÉGIDE PANTERA NEGRA

 

Tu és um príncipe de cavalaria,

Que não vê trevas, nem escuridão.

Vou dar um brado de salvas,

A toda a sua legião. (bis)

 

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PONTO DE SAUDAÇÃO E FIRMAÇÃO DE TERREIRO A URUBATÃ

 

Aí vem a lua,

Surgindo no céu azul de Juremá,

Aí vem baixando Urubatã,

Pra todos os seus filhos salvar...

Se ele é Rei de toda a Juremá,

Vamos meus filhos, vamos saravá ! (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE DEFUMAÇÃO

 

Ê ê Pai Oxóssi !...

Me dá licença pra defumar...

Eu defumo, eu defumo esta aldeia,

Pro mal sair e o bem entrar.

Ê ê, ê ê, ê á... (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO PARA FIRMAR UM TERREIRO – ASSENTAMENTO DE ERVAS

 

Caboclo do mato quem é você ?

Segura o terreiro, que eu quero ver ! (bis)

Zum zum bi aruê,

Segura o terreiro que eu quero ver. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO JIBÓIA

 

Seu Jibóia tem sua cinta,

A Coral é sua laça. (bis)

Óia zúa, quizúa, quizúa aê,

Seu Jibóia mora na mata. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

ESTRELA D’ALVA

 

Estrela D’Alva é nossa guia,

Ilumina o mundo sem parar.

Ilumina a mata virgem,

Cidade de Jurema.

 

Vinde, vinde companheiros,

Ai de mim tão só.

Companheiros de Jurema,

Ai, de mim tem dó. (bis)

 

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PONTO DE OXÓSSI

(chamada de falange)

 

Oxóssi vem,

Vem chegando de Aruanda,

Oxóssi vem,

Vem salvar filhos de Umbanda. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI BEIRA-MAR

 

Estava na minha praia,

Vi a sereia cantando,

As ondas do mar chorando...

Iemanjá, Iemanjá!...

Sou Beira-Mar, Beira-Mar,

Deixa a sereia cantar,

Não deixa as ondas chorar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTOS DE OXÓSSI

 

Atira, atira, eu atirei!

No Bambá vou atirar.

Veado na mata é corredor.

Oxóssi na mata é caçador.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O veado fugiu...

O veado fugiu...

E Oxóssi na Bahia,

Segura o ponto,

De Mamãe Sereia, no Mar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi é Rei no Céu,

Oxóssi é Rei na Terra.

Ele não desce do Céu sem coroa,

E sem a sua munganga de guerra.

Ele não desce do Céu sem coroa,

E sem a sua munganga de guerra.(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ó, viva Oxóssi, - é...

Ó, viva Oxóssi, - ah...

Ele é caboclo do mato.

Ó, viva Oxóssi, - é meu pai. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE OXÓSSI

(na irradiação de Exú)

 

Olha a água do meu rio,

Olha a flor(flô) de minha mata,

Sou caboclo flechador(dô),

Sai mironga, sai mironga,

Corre, corre, corredor(ô).

Sou caboclo flechador(ô).

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE OXÓSSI

 

Eu vi chover,

Eu vi relampejar.

Mas mesmo assim,

O Céu estava azul.

Samborê pemba,

Folha de Jurema,

Oxóssi é dono do Maracajá. (bis).

Oxóssi é dono do Maracajá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE OXÓSSI

(saudação)

 

Correu terra, correu mar,

Até chegou no meu país. (bis)

Ora viva Oxóssi na mata...

Que a folha de mangueira,

Ainda não caiu. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Naquela estrada de areia,

Aonde a lua clareou,

Aonde os caboclos pararam,

Para ver a procissão de São Sebastião.

Okê, okê, caboclo!

Meu pai caboclo é São Sebastião.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Ó viva Oxóssiã!...

Ó viva Oxóssiã!...

Somos guerreiros de Umbanda.

Ó viva Oxóssiã!...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ó! Viva Oxóssi, ê...

Ó! Viva Oxóssi, á...

Ele é caboclo do mato!

Meu Pai!

Ó! Viva Oxóssi, ê...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Foi lá no lago azul,

Que seu ponto ele firmou. (bis)

Ele é Oxóssi caçador,

Filho de Nosso Senhor. (bis)

Sete anjos me acompanham,

Sete estrelas me iluminam. (bis)

Salve o meu anjo da guarda,

Salve a minha estrela guia. (bis)

 

Ouvi o tropel do seu cavalo...

A sua espora tiniu...

Com sua espada e sua lança...

O inimigo reduziu!

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi está no mussambê,

Oxóssi está no mussambê,

Oxóssi está no mussambê!

Na cidade da Jurema,

Está no mussambê, está no arirê! (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi assobiou,

Lá no Humaitá! (bis)

Ogum venceu demandas,

Companheiro de Oxalá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTOS DE OXÓSSI

 

Correu terra, correu mar,

Até chegou lá no seu país. (bis)

Ora viva Oxóssi lá na mata...

Que a folha da mangueira,

Ainda(inda) não caiu. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Eu vi chover,

Eu vi relampejar.

Mas mesmo assim,

O Céu estava azul.

Firma seu ponto,

Na folha de Jurema,

Que Oxóssi é bamba

No Alaquajú. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CHAMADA DOS CABOCLOS

 

Umbanda,

Onde estão os seus caboclos...(bis)

 

Eles vem de longe,

Do centro do Juremá.

Com seus saiotes de penas,

Na Umbanda saravá,

Umbanda.

 

Umbanda,

Onde estão os seus caboclos...(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Vai, estrela tão brilhante,

Que ilumina este gongá... (bis)

 

Vai buscar, estrela, vai buscar,

Com permissão de Oxalá.

Vai buscar Seu Tupinambá,

Pra vir na Umbanda trabalhar.

 

Vai, estrela tão brilhante,

Que ilumina este gongá... (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi assobiou na mata, (bis)

Ogum bradou no Humaitá,

Filhos de Umbanda louvaram:

Saravá, Oxóssi, saravá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Assobia, assobia...

Ele assobiou!... (bis)

Cadê seu Oxóssi na mata,

Que ainda não chegou!...(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi é Capitão de Marambaia,

Oxóssi é Capitão de Marambaia,

Oxóssi é Capitão de Marambaia,

Mas ele é Seu Oxóssi d’Arucaia.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O vento na mata zuniu,

Folha seca balançou.

Saravá Oxóssi nossa banda, saravá,

Ele vem com Deus Nosso Senhor.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Banda é, banda é,

Oxóssi é Rei da Mata,

Banda é, banda é,

Oxóssi é Rei da Guiné. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi é bamba,

Ele é caçador...

Oxóssi é bamba o clime,

É Rei Matalambô.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE OXÓSSI NO CANDOMBLÉ

 

Cambila qui uazá sála mucurê, orirê,

Um tatá camóla na Luanda aê,

Mamãe cambilá.

Ai na Luanda aê, orirê,

Cambila qui uáza sála mucurê,

Mamãe gimbeuá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Cambila tem pai,

Tem sim senhor.

Cambila tem mãe,

Tem sim senhor.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Cambila uá uá uá,

É cambila,

Cambila uá uá uá,

É cambila.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Cambila é meu ,

Cambilá,

Oxóssi é meu,

Quilondirá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi é táta no mussambê,

Oxóssi é táta no arirê.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Salarê, Odé orerê,

Lokê.

Odé mi salerôco,

Odé como faqueran.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Odé muchauerá,

Agô Lelê,

Odé muchauerá,

Agô donan.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Farolodé fibô,

Odé fibô.

Farolamolodé,

Abacoché.

161

 

Lomáta Quilondirá,

Oxóssi é Mutalambô,

Aê aê...

Lomáta Quilondirá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Aruê, caçador,

Cabaranguange matô sumaé,

Tauamí.

Aruê, caçador,

Cabaranguange matô sumaé,

Tauamí.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caça na Luanda,

É coroa.

Oxóssi é caçador,

É coroa.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

É Lua Branca leluá,

Odé Queboangí.

É Lua Branca leluá,

Odé Queboangí.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Eu tenho meu Pai, eu tenho,

Eu tenho meu beija-flor.

Eu tenho meu Pai, eu tenho,

Sou d’Oxóssi Mutalambô.

 

Eu vi a Lua,

Eu vi a Lua,

Eu vi a Lua e falei com ela,

Eu vi a Lua,

Eu vi a Lua,

Mutalambô mora dentro dela.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi mora na Lua,

Só vem na mundo para clarear. (bis)

Queria ver um Oxóssi,

Para com ele eu falar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE OXÓSSI (CHAMADA)

 

É Zâmbi que governa o mundo...

Só Zâmbi pode governar.

É Zâmbi que clareia as estrelas,

È quem clareia Oxóssi lá no Juremá.

O que é Caboclo...

O que é meu caboclo, o que é... (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Eles  vem daquelas matas,

Do reino de Juremá.

Caboclos vem de Aruanda,

Vamos todos saravá! (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oxóssi quando vem lá de Aruanda,

Trazendo forças pra seus filhos de Umbanda.

Ele é caboclo,

Ele é Flecheiro Atirador,

Na Aruanda todo Oxóssi é caçador.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI DAS CACHOEIRAS

 

Fez barulho na cachoeira,

Sobre a pedra ela rolou.

Com sua flecha certeira,

É Oxóssi que chegou.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE OXÓSSI

(Demanda)

 

Quero ver arder,

Quero ver queimar.

Feiticeiro que atira,

Tem que saber atirar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Corre, corre na cachoeira,

Sobre a pedra ela rolou,

É Oxóssi das Cachoeiras,

Que sua flecha atirou.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE OXÓSSI

(Chamada)

 

É caçador da beira do caminho,

Ei, não me mate esta coral na estrada,

Pois ele abandonou sua choupana,

Foi no romper da madrugada.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JACIRA

 

Na fonte da água cristalina,

Uma bela cabocla se mira. (bis)

Dos cabelos correm pérolas douradas,

Tá na gira a Cabocla Jacira. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JANDIRA

 

Seu cocar é de pena branca,

Ela é quem segura a gira. (bis)

Saravá sua linda banda,

Saravá a Cabocla Jandira. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUPIRA

 

Estava em festa,

Toda a floresta estava em festa,

Porque cantou o Uirapuru...

No seu cantar,

Ele veio anunciar,

Que a Cabocla Jupira vai baixar.

Na terra de Pai Olorum,

Ela vai baixar,

Pra nos ajudar,

Ela vai salvar,

A sua banda, a sua gira.

Saravá Pai Olorum, saravá,

Acaba de chegar,

A linda Cabocla menina.

Mas ela tem a beleza que encanta,

O olhar de uma santa,

Que nos encanta.

Jupira, linda Cabocla menina,

É portadora de uma mensagem divina;

 

Ela é, ela é, ela é,

A menina dos olhos do Cacique Aimoré. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Jupira e Tatuíra,

Caboclo Arranca Toco,

É um Caboclo valente.

Salve a sentinela de Umbanda, ô Jupira.

Deixa os Caboclos brincarem, ô Jupira.

(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUREMA

 

Dona Jurema, ela nasceu,

Ela nasceu no Juremá. (bis)

Saravá Cabocla no endá,

Na raiz do orucá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caiu uma folha na Jurema,

Veio o sereno e molhou.

E depois veio o sol, enxugou, enxugou,

E a mata ficou toda em flor. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Jurema,

O seu saiote é tão lindo,

Seu capacete é azul,

Brilha como o diadema. (bis)

Jurema,

Ô Juremê, juremá,

Abandona suas matas,

E vem na Umbanda saravá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Jurema,

Com seu saiote de penas.

Da sua cabana suprema,

Sai e vem trabalhar...

Jurê, juremê, juremá,

Jurê, juremê, juremá,

Jurema é, filha de Tupinambá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Lá na Jurema,

Debaixo de um pé de ingá,

Lá na Jurema. (bis)

 

Aonde o luar clareia os Caboclos,

Deixa a Cabocla Jurema passar.

 

Jurema... Jurema...

Olha o seu Juremá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Minha senhora lá das matas,

Me diga quem manda aí. (bis)

Venha pra perto pra ver,

Dona Jurema é do ariri. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Lá na mata eu vi,

Linda Cabocla de penas. (bis)

Era Dona Jurema,

Com sua flecha suprema,

Mas ela vem de tão longe,

Veio pra caçar a ema.

 

Lá na mata eu vi... (refrão)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O rio rolou na mata virgem,

Uma estrela brilhou na Aruanda. (bis)

Saravá linda Umbanda,

Umbanda linda, saravá.

Agora a Cabocla Jurema é quem manda.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

A folha que a Jurema tem,

Mata e cura também. (bis)

As águas lá da cachoeira,

Não matam a sede que a Jurema tem.

(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUREMINHA

 

Seu saiote carijó brilhou na mata,

Sua flecha de indaiá assoviou.

A Cabocla Jureminha,

Rainha de Umbanda,

Nossa banda já saravou, saaravou.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Minha Cabocla é linda, orirá,

Minha Cabocla é linda, orirá,

Sua luz bendita, quem lhe deu,

Quem lhe deu foi nosso Pai Oxalá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUSSARA

 

Clarão ilumina a mata,

Chuva cai, rio não pára. (bis)

Saravá Umbanda linda,

Banda de Dona Jussara. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE CABOCLO

(Saudação)

 

Seu Ubirajara, saravá seu Pedra Negra.

Seu Ubirajara, saravá gongá.

Oi,

Saravá Oxalá!

Saravá Oxalá!

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE LOUVOR PARA

DOIS CABOCLOS

 

Lá na mata, sua mata,

Dois manos combinou.

Salve a flecha e o bodoque,

Viva Deus, Nosso Senhor! (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE CABOCLO

(pedindo identificação)

 

Ô meu Caboclo, que mata é a sua,

Ô meu Caboclo, que mata é a sua,

Que mata é a sua,

É a de cá ou é a de lá,

Onde pia a cobra,

Onde canta o sabiá ?

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTOS DE CABOCLO

(confirmado)

 

Sua flecha a tiracolo,

Foi Oxalá quem lhe deu. (bis)

Quem achou, achou,

Quem perdeu, perdeu. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Disse quem disse,

Falasse quem falasse. (bis)

É meu, é meu,

Foi Oxalá quem me deu. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE CABOCLO

(chamada)

Seu ....... sua banda lhe chama,

Seu ....... sua banda lhe implora.

Vem meu Caboclo de Nossa Senhora,

Venha com Deus que chegou a hora.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE CABOCLO

(para confirmar)

 

Ajoelha Caboclo,

Você não é judeu. (bis)

Você tem um nome,

Foi Oxalá quem lhe deu.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE CABOCLO

(alertando)

 

Caboclo segura o brabo,

Caboclo tu olha lá.

Tem um pau que quebra machado,

É o tronco da guaraúna.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE CABOCLO

(para firmeza de ponto)

 

Ô couiza, ô cauiza. (bis)

Eu vi Caboclo na mata, eu vi,

Eu vi Caboclo na mata, okê.

Cabolco firma seu ponto que eu quero ver.

E mostre que é Caboclo do arirê.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE CABOCLO

(Linha cruzada)

 

Lá no alto da serra,

Tem uma linda floresta;

Também tem uma linda cabana,

Mas ela é do Caboclo Guiné. (bis)

 

Saravá todos os Caboclos,

Salve o Seu Vence Demandas,

Saravá o Seu Vence Demandas.

Saravá todos os Caboclos,

Que pertencem a esta linda Umbanda.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Uma estrela cor de prata,

Brilhando anunciou. (bis)

Era um Caboclo que chegava,

Vinha a mando de Nosso Senhor. (bis)

Ele é Caboclo, ele é flecheiro,

Ele é caçador.

Ele Caboclo Boiadeiro,

Ele é laçador.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE CABOCLO

 

Já dizia um Caboclo,

A Umbanda é pra quem tem fé.

Ai de mim, meu bom Caboclo,

Sua força não engana ninguém.

Se o Caboclo é bom,

Bate palmas pra ele.

Se o Caboclo é bom,

Bate palmas pra ele. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo na mata trabalha,

Com São Cipriano e Jacó. (bis)

Trabalha com chuva e com vento,

Trabalha com a lua e com o sol. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo sua mata é verde,

É verde, é da cor do mar. (bis)

Saravá cassuté da Jurema,

Saravá cassuté da Jurema,

Saravá cassuté da Jurema,

Jurema. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Que lindo Caboclo de penas, Panaiá,

Que veio na Umbanda saravá,

É um panaiá. (bis)

É rei, é rei, é Rei do Panaiá.

É rei, é rei, é Rei do Panaiá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Lá no lajedo,

Aonde Caboclo mora. (bis)

Vestimenta de Caboclo,

Samambaia é só. (bis)

Samambaia é só, auê,

Samambaia é só.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Salve os Caboclos,

Quando vêm da aldeia. (bis)

Eles vêm da aldeia, aldeiá,

Vem firmar na areia, areiá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo comeu sapucaia,

Caboclo se embriagou. (bis)

Com as ervas da Jurema,

Caboclo se levantou.

Malha dendê, caboclo,

Caboclo, malha dendê. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ele veio da sua cidade,

Com a Estrela D’Alva no peito. (bis)

Quem foi que deu,

Quem dá, quem daria.

Ele é filho da Virgem Maria. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

De onde vêm os meus Caboclos,

Mas eles vêm da cidade da Jurema. (bis)

Mas eles vêm zuando, zuando,

Sacudindo seu penacho e levantando poeira. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Estrela, Sol e Lua,

Que clareia o juremá. (bis)

Oi que valham-me todos os Caboclos,

De flecha e botoque,

Oi que me valha Iara. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Tem Caboclo no mato,

Chama, chama que ele vem.

Salve bacuro de Umbanda,

Chama, chama que ele vem.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Que linda andorinha,

Tem no meu sertão.

Todo pássaro voa, andorinha,

Só a ema não!

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ele foi no mato caçar,

Sirió, sirió,

Mas quando é noite de luar,

Ele bate o pé, levanta o pó. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo que vem da mata,

Da mata traz seu poder. (bis)

Arreia, Caboclo, arreia,

Arreia que eu quero ver. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Apanha maracanã,

Ô mi táta, mirô,

Apanha folha por folha,

Ô mi táta, mirô,

Ele é filho da Jurema,

Ô mi táta, mirô,

Não deixa cair no chão,

Ô mi táta, mirô,

Táta mirô!

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Na sua aldeia têm os seus caboclos,

Na sua mata têm as cachoeiras,

No seu saiote têm penas douradas,

Seu capacete brilha na alvorada.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ele veio de tão longe,

Veio saravá o endá. (bis)

Bendito e louvado seja,

Ele é rei do apanaiá. (bis)

Bate o bumbo lá na aldeia, ê á. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Vento ventou lá na mata,

Balanceou, folha caiu. (bis)

Quero ver, quero ver,

Quero ver quem inda não vi. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O meu pai é Caboclo,

Quero ver balançar. (bis)

Areia, arreia,

Capangueiros da Jurema, ô Juremá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO AIMORÉ

 

Aimoré, Aimoré, odé,

É Rei da mata,

Aimoré, odé. (bis)

Quando ele chega no reino,

Aimoré, odé,

Ele vem de Aruanda,

Aimoré, odé.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Aimoré é um caboclo valente,

Valente aqui ou em qualquer lugar.

Aimoré mora lá nas matas,

Na mata virgem, lá no Juremá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo velho maiondé,

Aê, aê, maiondé.

Caboclo velho maiondé,

Oi saravá seu Aimoré.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo da manhangaba,

Ele é táta mirô.

Aimoré na sua vizáia,

Ele é táta mirô.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ÁGUIA BRANCA

 

Seu Águia Branca é um guerreiro,

Seu Águia Branca é bambe odé,

Seu Águia Branca é meu protetor,

Ele é meu caboclo de fé.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ARARIBÓIA

 

Estava em plenas matas,

Quando tudo escureceu. (bis)

Trovejou lá no céu,

Mas chover não choveu. (bis)

Eu me perdi,

Seu Araribóia me achou. (bis)

Com sua flecha de ouro,

Meu caminho ele guiou. (bis)

O vento soprava forte,

E para o céu ele olhou. (bis)

E dando um brado mais forte,

A mata clareou. (bis)

 

A mata clareou, a mata clareou,

A mata clareou, a mata clareou.

(estribilho)

 

Saravá Araribóia,

Nosso mestre e protetor. (bis)

Quem anda com esse caboclo,

Não e perde, não senhor. (bis)

 

A mata clareou, a mata clareou,

A mata clareou, a mata clareou.

(estribilho)

 

Ele é Araribóia,

Nosso mestre de instrução. (bis)

Eu ando com este caboclo,

Dentro do meu coração. (bis)

 

A mata clareou, a mata clareou,

A mata clareou, a mata clareou.

(estribilho)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Um assovio passou na mata virgem,

Anunciando que raiava o dia. (bis)

Uma flecha linda riscou o firmamento,

lá bem alto,

Do bodoque de Araribóia ela zunia.

Seu penacho é todo feito de estrelas,

Seu bodoque e sua flecha de indaiá,

Saravá Caboclo Araribóia nesta banda.

Ele é nosso mestre, nosso guia, saravá.

(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ARARANGUÁ

 

Ele vem de longe,

Do alto da serra morena. (bis)

Ele é Araranguá,

Rei cassuté lá da Juremá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ARAÚNA

 

Ele é caçador, é caçador,

É caçador não é adivinhador. (bis)

Ele veio de longe,

Veio caçar. (bis)

Ele é seu Araúna que vem saravá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Eu vi Caboclo bradando,

Eu vi a mata tremer. (bis)

Ôi saravá Caboclo Araúna,

Nas aflitas venha me valer.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo Araúna  é Rei,

É Rei, Cacique, é Apanaiá. (bis)

Quando chega em sua banda, ele brada,

Saravá meu glorioso Oxalá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ARRANCA TOCO

 

Seu Arranca Toco corou,

Seu Tupi lá na Jurema.

Neste dia lá nas matas,

Foi um grande dia de festa.

Todos os caboclos se enfeitaram,

Com as folhas da Jurema.

Oi saravá seu Arranca Toco,

Saravá seu bambi odé,

Oi que bambi o clime...

Oi que bambi odé. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Seu Arranca Toco é de Umbanda,

É de maná zambê,

Quando ele vem lá de Aruanda,

Auê, auê, auê. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo bom

É irmão do outro,

Um é Sete Flechas,

Outro Arranca Toco.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Canta meu bom Caboclo,

Brilha no seu endá. (bis)

Saravá seu Arranca Toco,

Bom Caboclo,

Que ganhou linda estrela de Oxalá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ARRUDA

 

Caboclo Arruda é um odé formoso,

Quando da Umbanda, saravá o endá.

 

Ele é orirê,

Ele é orirá. (esribilho, bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO BOIADEIRO (na Jurema)

 

Ele é Boiadeiro,

É caboclo na Jurema. (bis)

Ele passei nesta terra,

É porque tem ordem suprema. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

É malandragem, moço,

É malandragem.

João Boiadeiro,

É um rei na malandragem, moço.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Na Jurema tem uma linda flor,

Na cachoeira brotou linda roseira,

Na mata virgem,

Seu Boiadeiro, ô Juremá,

Com o seu laço ele pega boi,

Ele ganga boi,

Ele quebra madeira.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO BUGRE

 

O seu bodoque é de cipó,

A sua flecha é de indaiá.

Meu Caboclo vem sereno,

Como o sereno é.

Saravá Caboclo Bugre,

Da sinda di mi santé.

 

Seu bodoque é de cipó,

A sua flecha é de indaiá. (refrão)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO CAÇADOR

 

Caça, caça, caçador,

Como é lindo ver caçar.

Caça, caça, caçador,

Caçador do Juremá.

Caça, caça, caçador,

Caça, caça, caçador,

Oi caça aqui, caça acolá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Atira, Caboclo, atira,

Atira pra não errar. (bis)

Caboclo que atira na mata,

Seu Caçador, saravá o seu endá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O meu Pai é Caçador,

Que não nega o seu natural. (bis)

Ele é Caboclo das águas claras,

E é Caboclo xetruá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caçador que caçou,

O seu sabiá. (bis)

Que pousava no galho,

No galho da sua macáia. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO CACHOEIRINHA

 

A mata virgem escureceu,

Veio o luar e clareou.

Foi quando ouvi,

A linda voz do Senhor,

Cachoeirinha é quem chegou. (bis)

 

Mas ele é rei, ele é rei, ele é rei,

Ele é um rei na mata virgem, ele é rei.

(estribilho – bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO COBRA CORAL

 

Todos os Caboclos,

Quando vêm da mata,

Trazem a cinta do Seu Cobra Coral.

(bis)

É do Seu Cobra Coral,

É do Seu Cobra Coral. (estribrilho – bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Sucuri, jibóia,

Como vem beirando o mar. (bis)

Olha como brogoiô,

Saravá seu Cobra Coral. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Zuará, Caboclo lindo,

Cobra Coral é um panaiá. (bis)

Arreia, Caboclo, arreia,

Cobra Coral é de Oxalá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ESTRELA D’ALVA

 

Vai estrela tão brilhante,

Que ilumina este gongá. (bis)

 

Oi vai buscar,

Estrela, vai buscar,

Com a permissão de Oxalá,

Oi vai buscar Seu Estrela D’Alva,

Pra vir na Umbanda trabalhar.

Estrela tão brilhante...

 

Vai estrela tão brilhante,

Que ilumina este gongá. (bis)

(refrão)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO FLECHEIRO

(Linha cruzada)

 

Com sua flecha de apanaiá,

Ele é ligeiro. (bis)

Saravá sua linha cruzada, odé,

Ele é o Caboclo Flecheiro. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O Seu Flecheiro passeava na Jurema,

Estrela D’Alva iluminava a mata virgem.

(bis)

Águas da Oxum corriam na cachoeira,

Saravá meu Pai Flecheiro,

É cassuté da Lei Suprema.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Uma flecha zuniu no ar,

Quem seria tão forte arqueiro. (bis)

Quando estrela brilhou na mata virgem,

Pude ver o Caboclo Flecheiro.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Linda barquinha nova,

Que vem do mar de Lisboa,

Nossa Senhora vem dentro,

Seu Flecheiro vem na proa.

 

PONTO EM HOMENAGEM AO CABOCLO PEDRA LISA

 

Pisei na pedra,

E a pedra balanceou. (bis)

O mundo estava escuro,

Pedra Lisa clareou...

O mundo estava torto,

Pedra Lisa endireitou...(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO EM HOMENAGEM A PANTERA NEGRA – LINHA DE OXÓSSI

 

Ele é Oxóssi, da mata virgem,

E ele vem com seu florete na mão.

Ele vem abençoar seus filhos,

Que aqui vieram pedir proteção. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO EM HOMENGEM A PANTERA NEGRA – DIA DE FESTA

 

Pantera Negra coroou,

Seu Sete Flechas na floresta,

E neste dia toda a mata,

Era uma cidade em festa,

E os Caboclos se enfeitaram,

Com a folha da Guiné,

E os Caboclos curiaram,

A chamar Quibandeodé...

Oi Quibandeodé,

Oi Quibandeodé,

Oi Quibandeodé,

Oi Quibandeodé...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PEDIDO DE BENÇÃO A OXÓSSI

 

Seu capacete é todo branco,

E o seu saiote é carijó...

Com a sua flecha e o seu bodoque,

Lá nas matas vive só...

Com a sua flecha e o seu bodoque,

Lá nas matas vive só...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CHAMADA GERAL PARA CABOCLOS

 

Bate o tambor,

Eu quero ver quem é...

Bate o tambor,

Eu quero ver quem é...

São os Caboclos,

Que vem de Aruanda,

Saravá na Umbanda,

Para seus filhos de fé. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

TUPIMIRIM

 

Quem é aquele caboclo,

Que vem lá tão longe...

É Tupimirim, filho de Tupinambá.

Ele vem armado, ele vem flechado,

Ele vem salvar o Rei Babá.

Quem é aquele caboclo,

Que vem lá tão longe...

É Tupimirim, filho de Tupinambá.

Ele vem armado, ele vem flechado,

Ele vem salvar o Redentor

 

 

CHAMADA GERAL PARA CABOCLOS

 

Bate o tambor,

Eu quero ver quem é. (bis)

 

São os caboclos que vem de Aruanda,

Saravá na Umbanda,

Para seus filhos de fé. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CHAMADA GERAL PARA DESENVOLVIMENTO DE INICIADOS – HOMENS

 

Eh! Eeeeee... Luanda!

Oh! Oooooo... Luanda!

Terra da macumba, do batuque e do cangerê. (bis)

 

Eu vou bater tambor!

Eu vou bater tambor!

Vou fazer o meu batuque,

Pra chamar teu protetor.

Vou fazer o meu batuque,

Pra chamar teu protetor. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CHAMADA GERAL PARA DESENVOLVIMENTO DE INICIADOS – MULHERES

 

É mamãe iê, é papai iá. (bis)

Firma a cangira que eu quero ver,

Filha de Umbanda não tem querer. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CHAMADA GERAL DE CABOCLOS

 

Tambor!  Tambor!...

Vai chamar quem mora longe, tambor... (bis)

Oxóssi nas matas,

Xangô na pedreira,

Ogum no Humaitá,

Mamãe Oxum na cachoeira. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO FLECHEIRO

 

Bumba na calunga,

Ele é Caboclo, ele é flecheiro.

Bumba na calunga,

Amansador de feiticeiro.

Bumba na calunga,

Ele vem firmar seu ponto.

Bumba na calunga,

E vem firmar é na Angola.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO FOLHA VERDE

 

Folhas verdes da palmeira,

Como brilham no luar. (bis)

Folha Verde é caçador,

Caçador da Jurema, do juremá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Os rios da Oxum são muito largos,

Lagoas da Iara matam a sede. (bis)

Saravá este Terreiro de Umbanda, saravá,

Saravá meu bom caboclo Folha Verde.

(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Temporal passou na mata,

Meu Deus, mas que ventania. (bis)

Era o Caboclo Folha Verde,

Que bradava ao romper do dia. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

  

CABOCLO GRAJAÚNA

 

Voou, voou, meu passarinho azulão. (bis)

Quem está na gira é caboclo,

Anjos do céu dão a mão.

Salve Caboclo Grajaúna,

Com sua flecha na mão.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Seu Grajaúna é caboclo valente,

Ele é Caboclo em qualquer lugar.

Mas só apanha a folha da Jurema,

Com ordem suprema de Pai Oxalá.

 

 

 

 

CABOCLO ITANHAGUERA

 

Na mata ou em demanda,

Ele luta e não medra,

É forte no arco e flecha,

O seu brado racha a pedra. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO JAGUARÉ

 

Uma estrela brilhou no céu,

Meu Deus, me diga quem é. (bis)

Saravá, Terreiro de Umbanda,

Vai chegar Caboclo Jaguaré. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO JUPIÁRA

 

É hora, é hora,

É hora, de bambi oclime é hora. (bis)

É hora de bambi oclime é hora.

 

É hora de Jupiára é hora,

Umbanda é hora. (refrão)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO LAMBARÍ

 

Lá no mato tem, odé,

Lá no mato mora,

Lambarí de ouro,

Tá puxando tora.

Lambarí de ouro,

Tá puxando tora.

Ele é caboclo de Deus

E Nossa Senhora.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO LÍRIO

 

Caboclo Lírio é um lindo apanaiá,

As suas flechas trazem proteção. (bis)

Como clareou, como clareou,

Uma choupana aonde Oxóssi mora.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO MATA VIRGEM

 

O Caboclo Mata Virgem,

Quando firma ponto não erra,

Na sua terra,

Auê, auê, Mata Virgem,

Quando firma ponto não erra,

Na sua terra.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Seu Mata Virgem é Pai,

É chefe de gongá. (bis)

Vamos pedir, vamos implorar,

Que Deus dê proteção,

Para o seu Juremá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO OGUM DAS MATAS

 

Que cavaleiro é aquele,

Que vem cavalgando pelo céu azul.

É Caboclo Ogum das Matas,

Que vem defendendo o Cruzeiro do Sul.

 

Ê rerê, o cangira, ê rerá,

Ê rerê, o cangira, pisa na Umbanda. (bis)

 

Seu Cangira é Rei de Umbanda,

Seu Cangira vem saravá,

Seu Cangira traz pr’os filhos,

A proteção de Oxalá, seu Cangira,

 

Ê rerê, ô cangira, ê rerá,

Ê rerê, Seu Cangira pisa na Umbanda.

(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PEDRA BRANCA

 

Espia o que corre no céu,

E veja aonde vai parar. (bis)

Mas ele é seu Pedra Branca na Umbanda,

E ele é rei caçador de Orubá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Foi no clarão da lua,

Na manhã serena,

Que ele veio para cá. (bis)

Ele é o Caboclo Pedra Branca,

E é filho de Oxalá,

E vem com ordem da Virgem Maria,

E traz consigo a sua estrela guia. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PEDRA PRETA

 

Seu Pedra Preta na Umbanda,

É filho do Redentor. (bis)

Quando ele vem da sua aldeia,

Para saravá,

Traz ordem de Oxalá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PEDRA ROXA

 

Oxóssi é! Oxóssi é!

Oxóssi é meu bom Jesus de Nazaré.

Oxóssi é meu bom Jesus de Nazaré.

Seu Pedra Roxa e bom Jesus de Nazaré.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Seu Pedra Roxa, da pele morena,

Ele é Caboclo Cassuté lá da Jurema.

Ele jurou e há de jurar,

Pelos bons conselhos que a Jurema pode dar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Lá na mata virgem,

Onde meu Pai é Caboclo,

Onde mora Pedra Roxa,

A sucuri piou, a sucuri piou.

Okê, okê kokê.

Okê, okê okê kokê kokê a .(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PENA AZUL

 

A sua flecha,

Quem lhe deu foi Oxóssi,

A sua lança,

Quem lhe deu foi Ogum,

E a estrela que brilha,

E seu capacete,

Veio do Manto de Mãe Oxum.

Saravá Ogum,

Saravá Oxum,

Quem vai chegar de Aruanda,

É o Caboclo Pena Azul.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PENA BRANCA

 

No céu, nasceu uma estrela,

Oi que clareia seu Pena Branca na mata.

(bis)

No centro da mata virgem onde ele mora,

Caiu uma chuva de prata. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Seu Pena Branca foi caçar,

Foi lá nas matas da Jurema.

Caçou, caçou, caçou,

Até que uma coral piou.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PIRAHY

 

Seu Pirahy é um Caboclo cismado,

Com sua flecha na mão,

E seu bodoque do lado.

Na mata virgem um sabiá cantou,

Ele atirou numa coral que piou.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O sabiá cantou,

E lá na mata anunciou,

A juriti.

Pra salvar Oxóssi,

Meus Caboclos,

Chegou seu Pirahy.

Quando ele vem,

Com seu bodoque,

Com sua flecha,

Saravá meu Pai Oxóssi.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PENA VERDE

 

Ele veio da sua mata,

Veio saravá o gongá.

Sua suna é Pena Verde,

Aqui e em qualquer lugar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO REI CAÇADOR

 

Rei Caçador, na beira do caminho,

Oi não me mate esta coral na estrada.

Ela abandonou sua choupana, caçador,

Foi no romper da madrugada, Rei Caçador.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Rei Caçador é caçador,

É caçador lá da Jurema,

Mas ele veio de tão longe,

Veio pra caçar a ema,

Rei Caçador.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SARACUTINGA

 

Saracutinga é um caboclo de penas,

Saracutinga ele é caçador,

Saracutinga quando vem da Jurema,

Vem trazendo a corrente de Nagô.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SERRA NEGRA

 

Seu Serra Negra vem chegando de Aruanda,

Trazendo pemba pra salvar filhos de Umbanda.

Ele é guerreiro, é flecheiro, atirador,

Na sua mata, Serra Negra é caçador. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SERRA VERDE

 

Oi, tava na mata, tava trabalhando, (bis)

Seu Serra Verde passou me chamando,

Agô, agô, onde é que mora,

Ele mora na mata de Nossa Senhora. (bis)

Oi, ele vem,

Ele vem pra trabalhar,

Ele é Serra Verde, é de tribo guará.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SETE CACHOEIRAS

 

Ele vem de longe,

Da cidade da Jurema. (bis)

Ele é Sete Cachoeiras,

E vem com ordem suprema. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SETE ENCRUZILHADAS

 

Sua aldeia estava em festa,

Sua taba toda iluminada.

Saravá o Rei da Umbanda,

Salve Sete Encruzilhadas. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SETE ESTRELAS

 

Sete Estrelas é Caboclo no céu,

Sete Estrelas é Caboclo na terra. (bis)

Ele não desce do céu sem coroa,

Nem sem a sua nunanga de guerra.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Nossa mata tem folhas,

Tem Sete Estrelas,

Que nos iluminam.

Ilumina o mundo, estrela,

Ilumina o mundo, estrela. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SETE FLECHAS

 

E lá vem vindo, e lá vem só,

E lá vem vindo uma força maior. (bis)

E lá vem vindo, lá vem vindo, lá vem só,

Seu Sete Flechas é uma força maior.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SETE LAGOAS

 

As nuvens lá no céu passando,

Estrela sempre a brilhar,

Sete Lagoas vai chegar no reino,

Com ordem suprema de Pai Oxalá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SETE MONTANHAS

 

Xangô brada na pedreira,

Seu machado de ouro não se apanha.

(bis)

 

Ele é rei, mas é um Rei na Umbanda,

Saravá meu filho,

Caboclo Sete Montanhas. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SETE NÓS DA GUINÉ

 

Quando ele brada na serra,

E a sereia no mar,

Ele é Sete Nós,

Pra todos os filhos do Mar.

Sua jibóia está no rio,

E a sereia no mar,

Ele é seu Set Nós,

Pra todos os filhos do Mar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Seu Sete Nós foi à caçada, ê, ê,

Seu Sete Nós veio da caçada, ê, á,

Ele caçou foi um pavão,

Foi no romper da madrugada,

E com a pena mais formosa,

Ele enfeitou a sua taba. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO SETE PEDREIRAS

 

Na sua aldeia,

Lá na Jurema,

Tem o Caboclo Sete Pedeiras.

Na lua nova,

Lava as suas penas,

Embaixo das sete cachoeiras.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TIRA TEIMA

 

Quando a mata pega fogo,

Sua choupana não queima.

Saravá sua flecha, seu bodoque,

Sua bênção, Caboclo Tira Teima.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TREME TERRA

 

Quando ele chega na Umbanda,

Ele brada:

Kiô, kiô, kiô, kiô.

Ele é o Caboclo Treme Terra,

Veio da sua aldeia,

Quando ele firma seu ponto, meu Pai,

Oi, ele não bambeia.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TUPAÍBA

 

Ele atirou,

Ele atirou ninguém viu,

Seu Tupaíba é quem sabe,

Aonde a flecha caiu.

 

Ele atirou,

Ele atirou ninguém viu. (refrão)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Nós somos dois guerreiros,

Dois irmãos unidos,

Meu nome é Tupaíba,

Sou filho de Aimoré,

Lá na tribo Guarani,

Meu irmão chama Peri. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TUPÃ

 

Deus, que Deus pode,

Deus manda.

Tupã ainda é Rei,

De sua banda.

Ô salve o Sol,

Salve a Lua e as Estrelas,

Salve os Caboclos,

Que são filhos da Jurema.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TUPI

 

Com sete dias de nascido,

A minha mãe me abandonou;

Nas folhas secas da Jurema,

Foi Tupi quem me criou. (bis)

Estrela D’Alva é nossa guia,

Ilumina a mata virgem,

Cidade da Juremá; (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TUPINAMBÁ

 

Piava, piava,

Piava de arrepiar... (bis)

Era uma enorme jibóia,

Enrolada no bodoque de Tupinambá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Lá na Jurema,

Aonde canta o rouxinol,

Aonde tem estrela guia,

Aonde tem clarão da lua,

Aonde tem raiar do sol.

Lá na Jurema,

Com permissão de Oxalá,

Eu vi chegar um Caboclo,

Que vem na mesa de Umbanda,

A seus filhos saravá.

Auê, ê, ê, á,

Viva a Umbanda,

Viva Seu Tupinambá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO TUPIRACI

 

Mas ele vem colher as rosas,

Que neste reino têm;

Ele é Seu Tupiraci,

Que só pratica o bem.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO UBIRAJARA

 

Corta a língua, corta mironga,

Corta a língua de falador;

Aonde ele pisa, não há embaraço,

Ele é Ubirajara, do Peito de Aço.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Meu Deus, que penacho é aquele,

É um penacho de arara. (bis)

Quando rompe a mata virgem,

Quando rompe a mata virgem,

É o Caboclo Ubirajara. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ele é um Caboclo valente,

Seu penacho é de penas de arara. (bis)

Ele vem pra ajudar seus filhos,

Que confiam em Seu Ubirajara. (bis)

Auê, auê, só ele passa,

Por onde eu não passo,

Auê, auê, Ubirajara do Peito de Aço. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Seu Ubirajara,

Por detrás da serra,

Seu Ubirajara,

Como vem beirando as matas,

Seu Ubirajara,

Seu saiote de penas vem da Juremá.

Pisa na Umbanda, auê,

Pisa na Umbanda, auê,

Seu Ubirajara,

Pisa na Umbanda, auê.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO URUBATÃO

 

Estrela matutina,

Clareia o mundo sem parar. (bis)

Estrela clareou a nossa banda,

Estrela clareou nosso gongá,

Estrela que ilumina Urubatão,

Estrela que vem lá do Juremá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO VENCE DEMANDA

 

Caboclo Vence Demanda,

É um táta na urucáia. (bis)

Ao lançar a sua flecha,

Não há caça que não caia.

Ele é Vence Demanda, ele é caçador,

Ele é Vence Demanda, de Nosso Senhor.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO VENTANIA

 

Ogã segura o toque,

Com Deus e Virgem Maria. (bis)

Por Oxalá, meu Pai,

Saravá Seu Ventania. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oi, rouxinol ventania,

Rouxinol, ventania.

Na raiz da arucáia,

Sua cobra é um segredo,

Ele mora no lajedo,

Sentado na beira-mar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO VIRA MUNDO

 

Quando ele vem, lá do Oriente,

Ele vem com ordem de Oxalá. (bis)

A sua missão é muito grande,

Espalhar a caridade,

E seus filhos abençoar.

Oi saravá Mamãe Oxum,

Saravá Pai Oxalá;

Oi saravá seu Vira Mundo,

Ele é nosso chefe e dono deste Jacutá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Saravá Seu Vira Mundo,

Deus é maior,

Olha a volta que o mundo dá,

Deus é maior.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE CABOCLOS

(Subida)

 

É madrugada,

Já cantou a siriema,

Seu Ubirajara vai embora,

Pra suas verdes campinas,

Pra suas terras serenas.

 

Orirê, orirá,

Ele vai e torna a voltar,

Orirê, orirá,

Traz proteção de Oxalá,

Orirê, orirá,

Diz adeus, meu Pai adeus,

Orirê, orirá,

Traz proteção pros filhos teus,

É madrugada...

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Lá na Jurema,

Um rouxinol cantava só. (bis)

Pegou sua flecha e seu bodoque,

Seu .......... já vai ao ló.

Mas ele vai,

Seu .......... já vai ao ló.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Uma rosa no jardim apareceu,

Meu Pai já me chamou e lá vou eu. (bis)

Eu já vou embora, vou pra minha aldeia,

Ele é ........ não bambeia. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ó que lindo cantar,

Ó que lindo laranjal. (bis)

Adeus, filhos de Umbanda,

Caboclo da munhangaba diz adeus,

E vai embora.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ele vai e torna a voltar,

Trazendo pros seus filhos,

A proteção de Oxalá. (bis)

Ele vai com Deus,

Com Deus e Nossa Senhora;

Abençoai seus filhos nesta hora.

 

Sua banda lhe chama,

Ele vai embora. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Lá na campina, um rouxinol cantou,

Ele anunciava que alguém chamou. (bis)

 

Adeus, meus camaradas, ele vai zuar,

Pois se chegou a hora,

Oxalá mandou chamar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Caboclo via embora,

Pra cidade de Jurema,

Bom Jesus tá lhe chamando,

Pra cidade de Jurema;

Mas ele vai ser coroado,

Pra cidade de Jurema,

Com a coroa de aiê, ieu.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ele vai, ele vai,

Mas ele vai lá para as matas, ele vai. (bis)

Lá pras matas virgens,

Alegre, ele vai cantando,

Ele vai bradando. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO ROMPE MATO

(Saudação)

 

Hoje tem alegria,

No terreiro de meu pai.

Saravá seu Rompe Mato,

Que ele é chefe de gongá.

Embala eu babá,

Embala eu,

Embala eu babá,

Embala eu.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO GRAJAÚNA

 

Eu sou caboclo,

Eu sou Tamoio,

Eu venho lá de Aruanda.

Eu sou caboclo,

Eu sou Tamoio,

Eu venho lá de Aruanda.

Eu sou caboclo,

O meu nome é Grajaúna.

Eu sou Tamoio,

Eu sou Guerreiro de Umbanda.

Eu sou Tamoio,

Eu sou Guerreiro de Umbanda.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PEDRA BRANCA

 

Roncou trovoada na serra,

Ao longe ouviu-se o trovão;

Chegou o Caboclo da Pedra,

Salvando todos que aqui estão.

 

Caboclo é filho de Umbanda,

Filho de Umbanda ele é.

Trabalhem todos para o bem,

Trabalhem todos com fé!

Não temam trovoada na serra,

Nem o ribombo do trovão,

Porque os corações estando limpos,

Oxalá é o fiel guardião.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO PENA VERDE

 

Eu vi meu Pai assoviar,

Eu já mandei chamar. (bis)

É na Aruanda, ê,

É na Aruanda, ah!

Seu Pena Verde de Umbanda,

Aqui vai chegar!

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO CACHOEIRA

 

A água vem caindo pela serra,

Vem descendo pela grota,

Vem batendo pelas pedra,

É Cachoeira.

No Terreiro de Umbanda,

Vem chegando, vem chegando,

A falange do Caboclo Cachoeira.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLA JUREMA D CACHOEIRA

(da Ordem Umbandista Jurema da

 Cachoeira)

 

Jurema da Cachoeira,

É dona deste jacutá. (bis)

 

Ela veio lá da mata,

Onde tem uma palmeira,

Onde canta o sabiá. (bis)

 

É uma linda cabocla,

Filha de Tupinambá,

Tem um saiote de pena,

Seu penacho é um arco-íris,

Quem lhe deu foi Oxalá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PÓNTO DE SUBIDA

 

Adeus Umbanda,

Que os caboclos vão embora,

E vão beirando o Rio Azul...(bis)

 

A sua terra é longe,

Eles vão embora...

E vão beirando o Rio Azul...

 

Adeus Umbanda,

Que os caboclos vão embora,

E vão beirando o Rio Azul...(bis)

 

A sua mata é longe,

Eles vão embora...

E vão beirando o Rio Azul...

 

Adeus Umbanda,

Que os caboclos vão embora,

E vão beirando o Rio Azul...(bis)

 

A sua aldeia é longe,

Eles vão embora...

E vão beirando o Rio Azul...

 

Adeus Umbanda,

Que os caboclos vão embora,

E vão beirando o Rio Azul...(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CAÇADOR DA BEIRA DO CAMINHO

 

OXÓSSI CAÇADOR

 

Oi caça, caça, Caçador,

Lá na beira do caminho.

Oi caça, caça, Caçador,

Caçando seu passarinho.

Oi caça, caça, Caçador,

Quero ver você caçar,

Oi caça, caça, Caçador,

Para a Sereia do Mar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Oi caçador da beira do caminho,

Oi não me mate essa coral da estrada,

Oi ela abandonou sua choupana caçador,

Oi no romper da madrugada caçador. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CHEGADA DE OXÓSSI CAÇADOR

 

Caboclo roxo, da cor morena,

Ele é Oxóssi,

Caçador lá da Jurema. (bis)

 

Ele jurou, e tornou a jurar,

Vem ouvir os conselhos,

Que a Jurema vai lhe dar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

SETE FOLHAS

 

Ele é o caboclo das Sete Folhas,

Vem caminhando na beira da mata. (bis)

 

Vem de longe, vem de longe,

Pra fazer caridade.

Vem na folha do vento,

Pra fazer caridade.

Seu Sete Folhas vem pra trabalhar.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O PENACHO DE UBIRAJARA

 

Que penacho é aquele?

É um penacho de arara.

Só quem rompe a mata virgem,

Só quem rompe a mata virgem,

É o Caboclo Ubirajara.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

UBIRAJARA DO PEITO DE AÇO

 

Corta língua,

Corta mironga,

Corta a língua de falador. (bis)

 

Aonde ele chega, não há embaraço,

Ele é Ubirajara do peito de aço.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

ESTRELA D’ALVA

 

Esrela D’Alva é sua guia,

Ubirajara é caboclo valente. (bis)

 

Ubirajara mora lá na mata,

Lá na grota funda,

Lá no fim do mundo. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PENA AZUL

 

Eu fui nas matas da Jurema,

Vi caboclo da Pena Azul,

Com sua flecha e seu bodoque,

Caçando jaracuçu. (bis)

 

Oquê, oquê, oquê,

Oquê meus caboclos oquê. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

TUPINAMBÁ

 

 FILHO DE APANAIÁ

 

Tupi, Tupi,

Tupi, Tupinambá. (bis)

 

Ele é rei dos caboclos,

Filho de Apanaiá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

O NOME DE TUPINAMBÁ

 

Caiu uma flecha lá nas matas,

Mas seu Tupi foi lá buscar. (bis)

Trazia gravada em ouro,

O nome de Tupinambá. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CADÊ JUREMA

 

Oi ela é Jurema,

Oi coberta de penas. (bis)

 

Oi lá nas matas a Sucuri piou,

Cadê Jurema que ainda não chegou.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

LÁ NA MATA

 

Lá na Jurema,

Debaixo de um pé de ingá. (bis)

 

Aonde o luar clareia os caminhos,

Pra ver a Jurema passar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Ô JUREMÊ

 

Ôoo juremê, ôoo juremá...

Sua flecha caiu serena,

Ôoo Jurema,

Dentro desse gongá. (bis)

 

Deus salve a Casa Santa,

Aonde Deus fez a morada,

Deus salve o cálice bento,

E a hóstia consagrada.

 

Ôoo juremê, ôoo juremá...

Sua flecha caiu serena,

Ôoo Jurema,

Dentro desse gongá. (bis)

 

Oi salve São Jorge Guerreiro,

Salve São Sebastião,

Salve a Cabocla Jurema,

Que nos deu a proteção,

Ôoo Jurema.

 

Ôoo juremê, ôoo juremá...

Sua flecha caiu serena,

Ôoo Jurema,

Dentro desse gongá. (bis)

 

Sua flecha caiu serena,

Dentro deste gongá,

Salve a Cabocla Jurema,

Rainha dos Orixás.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

SAMAMBAIA

VEIO PRA TRABALHAR

 

Quanto tempo que eu não bambeio,

Hoje eu vim pra trabalhar. (bis)

 

Sou o Caboclo Samambaia,

Vim aqui pra trabalhar. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

VENTANIA

VENTANIA DE UMBANDA

 

Sou Ventania de Umbanda,

De Umbanda,

Eu sou filho redentor. (bis)

 

Mas quando eu chego na Aruanda,

É pra saravar, com licença de Oxalá.

Mas quando eu chego na Aruanda,

É pra saravar, com licença de Xangô.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

MATA VIRGEM

 

É OUROCAIA

 

Oquê, oquê, Caboclo,

Seu Mata Virgem,

É na raiz, é Ourocaia.

Mas só que é lindo caçador,

Naquelas matas em que a coral piou.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

ARRANCA TOCO

 

OLHEI PRO CÉU

 

Entrei na mata, entrei sozinho,

Pedi a Deus pra me ajudar. (bis)

 

Olhei pro céu, eu vi caboclo,

Era se arranca Toco,

Com sua flecha do lado. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

É DE ARUANDA

 

Seu Arranca Toco é de Aruanda,

É de namosambe. (bis)

 

Quando ele chega de Aruanda,

Auê, auê. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PEDRA PRETA

 

VER TINIR

 

Caboclo da Pedra Preta,

Ele gosta de ver tinir.

Quem não gosta de Umbanda,

O que veio fazer aqui.;

 

Auê, auê Caboclo,

Auê, auê eu quero ver.

Auê, auê Caboclo,

Trabalha que eu quero ver.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

VENTANIA DA JUREMA

 

Ventania da Jurema,

Mande as folhas cá pra nós. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OS CABOCLOS DA JUREMA

 

Oxalá mandou,

Ele mandou buscar,

Os caboclos da Jurema,

Lá no juremá. (bis)

 

Pai Oxalá,

É rei do mundo inteiro,

Mandou ordem pra Jurema,

Mandar seus capangueiros.

 

Mandai, mandai,

Linda cabocla Jurema,

Os seus guerreiros,

Esta é a ordem suprema.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

OXÓSSI NO MUSSAMBÊ

 

Oxóssi está no mussambê,

Oxóssi está no mussambê,

Na cidade da Jurema.

Oxóssi está no mussambê,

Está no mussambê, está no arirê aiê iê.

Está no mussambê, está no arirê aiê iê.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO QUE ESTÁ NA MATA

 

Caboclo que está na mata,

Oi sai da mata pra fora. (bis)

 

É hora, é hora,

É hora caboclo é hora. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

AVE MARIA DOS CABOCLOS

 

Ave, Ave, Ave Maria !

Ave, Ave, Ave Maria !

 

Tupinambá quando vem da aldeia,

Ele vem rezando a Ave Maria. (bis)

Arranca Toco quando vem da aldeia,

Ele vem rezando a Ave Maria. (bis)

A Jurema quando vem da aldeia,

Ela vem rezando a Ave Maria. (bis)

A Jandira quando vem da aldeia,

Ela vem rezando a Ave Maria. (bis)

Todos os Caboclos quando vem da aldeia,

Ele vem rezando a Ave Maria. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

VESTIMENTA DE CABOCLO

 

Vestimenta de caboclo é samambaia,

É samambaia, é samambaia. (bis)

Saia caboclo, não se atrapalhe,

Saia do meio da samambaia. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Tupinambá quando vem da aldeia,

Ele traz na cinta uma cobra coral. (bis)

 

Oi é uma cobra coral,

Oi é uma cobra coral. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

EU ATIREI

 

Eu atirei, eu tirei,

Eu atirei no veado e não matei. (bis)

 

O veado lá na mata é corredor,

Chama Oxóssi, que ele é bom atirador.

(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

TARDE NA JUREMA

 

Foi numa tarde serena,

Lá nas matas da Jurema,

Que eu ouvi o caboclo bradar.

 

Quiô, quiô, quiô que era,

Sua mata estava em festa.

Saravá Tupinambá,

Que ele é rei da floresta.

Saravá Jurema,

Que ela é rainha da floresta.

Saravá todos os Caboclos,

Que eles são reis da floresta.

Quiô, quiô, quiô que era,

Sua mata estava em festa.

Saravá Tupinambá,

Que ele é rei da floresta.

Saravá Jurema,

Que ela é rainha da floresta.

Saravá todos os Caaboclos,

Que eles são reis da floresta.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO QUE NÃO QUER DESCER

 

Oi caboclinho da mata virgem,

Sucuri dendê.

Aonde anda esse caboclo,

Que não quer descer. (bis)

Ele desce sim senhor,

Ele desce sim senhor. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

A MATA ESTAVA ESCURA

 

A mata estava escura,

Veio o luar e clareou,

Ficou tão lindo,

Aos pés de Nosso Senhor,

Quando Oxóssi aqui chegou.

 

Mas ele é um Rei, é um Rei,

Mas ele é um Rei,

Lá nas matas da Jurema. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

SÃO MIGUEL ESTÁ CHAMANDO

 

São Miguel, São Miguel,

São Miguel está chamando. (bis)

 

Dai-me força ó São Miguel,

Oi pra chamar os caboclos da Umbanda.

(bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

ELE É CAPITÃO 

 

Quem chegou nesse gongá,

Pra saudar o seu irmão. (bis)

 

Ele é capitão,

Ele é capitão,

Nas matas da Jurema,

Ele é capitão.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

SINDOLERÊ

 

Sindolerê auê cauiza,

Sindolerê auê cauiza,

Sindolerê é sangue real,

Se ele é filho,

Eu sou neto da Jurema. (bis)

 

Sindolerê auê cauiza,

Oi sika riza é um rei, é o Orixá,

Oi sika riza é um rei, é o Orixá.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

FIRMEZA DE PONTO RISCADO

 

NA RODILHA DO CIPÓ

 

Caboclo firma ponto,

Na rodilha do cipó. (bis)

É meia-noite na lua,

É meio-dia no sol. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

NA FOLHA DA JUREMA

 

Eu vi chover, eu vi relampiar,

Mas mesmo assim o céu estava azul.

Firma seu ponto na folha da Jurema,

Oxóssi reina de norte a sul.

Firma seu ponto na folha da Jurema,

Oxóssi reina de norte a sul.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

APANHA A SUA FLECHA

 

Caboclo apanha a sua flecha,

Apanha o seu bodoque,

O galo já cantou. (bis)

O galo já cantou lá na Aruanda,

Oxalá lhe chama,

Para a sua banda. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

JARDIM DA ROSEIRA

 

(antes do última caboclo subir)

 

Oi no jardim da roseira,

Eu vi chover, eu vi relampear. (bis)

Ele(s) vai(ão) embora,

Lá pra sua aldeia,

Descobrir mistérios,

Descobrir mirongas, oi no jardim.

(depois do último caboclo subir)

 

Oi no jardim da roseira,

Eu vi chover, eu vi relampear. (bis)

 

Ele(s) foi(rão) embora,

Lá pra sua aldeia,

Descobrir mistérios,

Descobrir mirongas, oi no jardim.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO GUARANI

 

Eu vi nas matas um dia,

Seu Guarani sentado na pedra fria.

Ele cantava, ele assoviava,

E lá no céu uma estrela brilhava.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Há quanto tempo eu não via,

Seu Guarani numa Umbanda. (bis)

Até que chegou o dia, agora,

Seu Guarani é quem manda. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Seu Guarani é táta de Arucáia,

Seu penacho tão lindo não nega. (bis)

Eu sou filho do Caboclo Guarani,

Coruja não me azara,

E a cobra não me pega. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO GUINÉ

 

Caboclo, Caboclo.

Ele é o Seu Guiné. (bis)

O seu pai é rei,

Ele é príncipe, é. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

É banda, é banda,

É banda, é banda, é banda é. (bis)

Sua banda é de ouro, é,

Sua banda é de ouro, é.

Seu cocar é dourado,

Saravá o Caboclo Guiné.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Meu Pai é o Caboclo Guiné.

Meu Pai é o Caboclo Guiné.

Vencedor de demandas,

Não perco a sua fé.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Em alto mar vi um clarão,

Corri para ver quem é. (bis)

Vi um lindo Caboclo de penacho, banda odé,

Seu nome era Caboclo Guiné. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO FOLHA SECA

 

O vento ventou lá nas matas,

Jogando as folhas secas no chão. (bis)

O vento já parou, a folha já caiu,

Seu Folha Seca apanhou uma na mão.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

CABOCLO INDAIASSÚ

 

Estrela que ilumina o Céu,

Estrela que clareia a Aruanda. (bis)

Estrela que ilumina a mata virgem,

Clareou Indaiassú na Umbanda.

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE SUBIDA DE CABOCLOS

 

Caboclos já vão embora,

Pra cidade de Jurema.

O bom Jesus tá lhes chamando,

Na cidade de Jurema.

Mas eles vão ser coroados,

Na cidade de Jurema,

Com a coroa do aiê iêu,

Na cidade de Jurema. (bis)

 

 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

PONTO DE SUBIDA DE CABOCLOS

 

Lá na Aruanda, a onde Deus andou,

Tão te chamando na Aruanda,

A onde Deus abençoou.

Tão te chamando na Aruanda,

A onde Deus abençoou... (bis)

 

 

 

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