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23 DE ABRIL - DIA DE SÃO JORGE

Salve Ogum! Ogunhê!

 

www.genuinaumbanda.com.br

 

Eu sou descendente zulu
Sou um soldado de Ogum
Um devoto dessa imensa legião de Jorge
Eu, sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre

Sim, vou na igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas nas batalhas
Sim, vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça firmo ponto, sim senhor,
Eu canto pra Ogum

Ogum
Um guerreiro valente que cuida da gente que sofre demais
Ele vem de Aruanda, ele vence demanda de gente que faz
Cavaleiro do céu escudeiro fiel mensageiro da paz

Ogum
Ele nunca balança ele pega na lança ele mata o dragão
É quem da confiança pra uma criança virar um leão
É um mar de esperança que traz a bonança pro meu coração.

 

Deus adiante paz e guia
Encomendo-me a Deus e a virgem Maria, minha mãe ..
Os doze apóstolos meus irmãos
Andarei neste dia nesta noite
Com meu corpo cercado vigiado e protegido
Pelas as armas de são Jorge
São Jorge sentou praça na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem
Tendo mãos não me peguem não me toquem
Tendo olhos não me enxerguem
E nem em pensamento eles possam ter para me fazerem mal
Armas de fogo o meu corpo não alcançará
Facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar
Cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia.

 

 

Salve Jorge!

 

Autor: Lara Lannes

Equipe Genuína Umbanda

 

Jorge nasceu na Turquia e se mudou ainda criança para Palestina junto com a mãe e após a morte do pai em batalha. Sendo uma mulher de posses, ela o educou com esmero e ao crescer ele escolheu o caminho militar, militando no exército romano recebendo honrarias do Imperador.

 

Aos 23 anos transferiu-se para Roma aonde exerceu a função de Tribuno Militar. Com a morte da mãe, herdou todos os bens e mudou-se para mais perto do Imperador romano. Com esta proximidade, pode constatar a crueldade do mesmo com o povo cristão, distribuiu toda a sua riqueza entre os pobres e se empenhou em sua defesa.

 

Quando Diocleciano falou de seus planos para matar todos os cristãos, no dia marcado para o Senado apoiar esta decisão, Jorge se levantou dizendo que não o apoiaria porque todos os ídolos adorados nos templos romanos eram falsos deuses. Frente à surpresa de todos Ele defendeu a Fé em Jesus Cristo deixando claro que acreditava nesta Verdade e a defenderia frente a todos.

 

Com estas palavras Jorge se colocou contra o Imperador que tentou fazê-lo desistir torturando-o de muitos modos. Entre uma sessão e outra ele era levado ao imperador que lhe perguntava-se renegaria Jesus em favor dos Deuses Romanos. Mas Jorge reafirmava sua Fé, conseguindo com o tempo que muitos romanos o apoiassem. inclusive a esposa de Diocleciano que se converteu ao Cristianismo.

 

Frente ao fracasso das suas tentativas, O Imperador mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303 D.C., na Ásia Menor. Posteriormente o Imperador Cristão Constantino mandou construir uma grande Basílica aberta ao público para que a devoção ao este Santo se espalhasse por todo o Oriente.

No sincretismo, São Jorge é Ogum, orixá que simboliza a idéia de trabalho, de luta, de guerra, de vitória. Na natureza, liga-se aos metais. Representa a linha das demandas da fé, das aflições, das lutas e batalhas da vida. Ogum protege com sua espada e sua lança os filhos de fé. Quando incorporados, os falangeiros dessa linha mostram andar enérgico e falam de maneira forte, mostrando energia e vivacidade.

Os pontos cantados para louvar Ogum trazem também essa energia, todos eles ressaltando suas qualidades de bravo guerreiro e vencedor de demandas. É comum vermos nos pontos cantados para Ogum a junção dos vários elementos da natureza sendo louvados quando invocamos seus falangeiros.

 

Quando o filho de fé invoca o Orixá Ogum, está invocando forças que o levem a lutar e vencer sobre as forças que o querem levar ao declínio, agindo a energia de Ogum como elemento revitalizador que possibilita sua ascensão, sua conquista ao fim desejado. Assim como Oxalá, Ogum também é força, é misericórdia, é socorro.

 

Ogum vibra sua energia nos Caminhos, nas entradas, sempre vigilante, aplicando a Lei Divina com rigidez e firmeza, conforme a atitude daquele que o leva a agir.

 

No candomblé, Ogum é o orixá ferreiro, senhor dos metais. O próprio Ogum forjava suas ferramentas, tanto para a caça, como para a agricultura, e para a guerra. Na África seu culto é restrito aos homens.

 

 


 

 

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