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SANTA SARA KALI, PADROEIRA DO POVO CIGANO

 

 

“Santa Sara, pelas forças das águas,

Santa Sara, com seus mistérios,

possa estar sempre ao meu lado,

pela força da natureza.

Nós, filhos dos ventos, das estrelas e da lua cheia,

pedimos à senhora que esteja sempre ao nosso lado;

pela figa, pela estrela de cinco pontas,

pelos cristais que hão de brilhar sempre em nossas vidas.

E que os inimigos nunca nos enxerguem,

como a noite escura, sem estrelas e sem luar.

A tzara é o descanso do dia a dia, tzara é a nossa tenda.

Santa Sara me abençoe; Santa Sara me acompanhe;

Santa Sara ilumine minha tzara,

para que a todos que batem à minha porta

eu tenha sempre uma palavra de amor e de carinho.

Santa Sara, que eu nunca seja uma pessoa orgulhosa,

que eu seja sempre a mesma pessoa humilde.”

 

 

Autor: Lara Lannes

Equipe Genuína Umbanda

www.genuinaumbanda.com.br

 

A história de Santa Sara Kali a fez Padroeira Universal do Povo Cigano, sendo festejada todos os anos nos dias 24 e 25 de maio. O povo cigano, que é um povo místico por excelência, traz em sua alma a religiosidade, o culto às divindades, em constante contato com o mundo espiritual. Santa Sara Kali, está presente em toda tenda cigana, com sua tradicional veste azul-céu e o rosto negro.

Reza a lenda que Maria Madalena, Maria Jacobé, Maria Salomé, José de Arimatéia e Trofino, junto com Sara, uma cigana escrava, foram atirados ao mar, numa barca sem remos e sem provisões. Desesperadas, as três Marias puseram-se a orar e a chorar. Aí então, Sara retirou o diklô (lenço) da cabeça, chamou por Kristesko (Jesus Cristo) e prometeu que se todos se salvassem ela seria escrava de Jesus, e jamais andaria com a cabeça descoberta em sinal de respeito. Milagrosamente, a barca sem rumo e à mercê de todas as intempéries, atravessou o oceano e aportou com todos salvos em Petit-Rhône, hoje a tão querida Saintes-Maries-de-La-Mer. Sara cumpriu a promessa até o final dos seus dias. Das Marias, a história não guarda vestígios ou mesmo seus destinos, mas quanto a Sara, dizem que ela foi cuidada pelo povo cigano e o ajudou a tornar-se unido e a desenvolver-se como povo e como cultura.

Muitos são os milagres de cura realizados por esta Santa, sendo que as ciganas clamam muito a Santa Sara para ajudá-las quando as mesma têm dificuldades para engravidar, ou pedem por um bom parto, e ao terem seus pedidos atendidos, depositam aos seus pés um lenço (diklô). Centenas de lenços se acumulam aos seus pés. Também é de conhecimento de todos que chamam por ela na hora do parto em dificuldade, ou ainda para os partos com risco de vida para a mãe ou a criança.

 

Muitos, ainda, rogam a Santa Sara pela prosperidade, a fartura em sua mesa.


Na Umbanda, a linha dos ciganos é uma linha independente.  Vêm nessa linha espíritos que estão há milênios esperando por uma oportunidade de ensinar o caminho que leva à Deus e trabalharem na caridade, através da incorporação nos médiuns da Umbanda. Não tem na Umbanda o seu alicerce espiritual; se apresenta também em rituais do tipo mesa branca, no Espiritismo baseado em Allan Kardec e em outros rituais específicos de culto à natureza e todos os seus elementos, por terem herdado de seu povo, o cigano, o amor incondicional à proteção da natureza. Imenso é o número de espíritos ciganos que alcançaram lugar de destaque no plano espiritual e são responsáveis pela regência e atuação em mistérios do plano de luz e seus serviços, carregando a mística de seu povo como característica e identificação.

 

Os ciganos, logo no início de suas aparições na Umbanda, eram confundidos com entidades espirituais que vinham na linha dos Exus. Tal confusão se dava porque algumas ciganas se apresentam como Cigana das Almas, Cigana do Cruzeiro ou nomes semelhantes a esses utilizados por Exus e Pombas-Gira. Hoje, diante da manifestação do povo cigano e por estar o culto a eles mais difundido, sabe-se que essas entidades têm sua função e espaço próprio no plano espiritual e dentro das giras dos terreiros, tendo dias específicos para se manifestarem.

 

O povo cigano tem uma vibração semelhante a da Linha do Oriente, prestando serviço no campo do bem-estar pessoal e social, saúde, equilíbrio físico, mental e espiritual. Como outras linhas de trabalho da Umbanda existem entre eles muitos magos e curandeiros, já que aprenderam a magia e a arte da cura durante seus processos reencarnatórios, e hoje, como entidades espirituais, visam fazer o bem ao próximo, trabalhando na caridade.

 

 Suas manifestações, seja através da vibração ou da incorporação propriamente dita, são de muita alegria e alto astral, deixando em seus médiuns uma sensação de bem-estar. As saias das ciganas são sempre muito coloridas e o baralho, o espelho, o punhal, os dados, os cristais, a dança e a música, moedas, medalhas, são sempre instrumentos magísticos de trabalho dos ciganos em geral. Cada cigano tem sua cor de vibração no plano espiritual e uma outra cor de identificação é utilizada para velas em seu louvor.

Dentro da Umbanda seus fundamentos são simples, não possuindo assentamentos ou ferramentas para centralização da força espiritual. São cultuados em geral com imagens bem simples, com taças com vinho ou com água, doces e frutas. Para seu culto deve ser reservada uma mesa ou altar em separado ao congá da casa. É muito comum usarem, em suas consultas, moedas antigas, fitas de todas as cores, folha de sândalo, punhal, raiz de violeta, cristal, lenços coloridos, folha de tabaco, tacho de cobre, de alumínio, cestas de vime, pedras coloridas, areia de rio, vinho, perfumes e escolher datas certas em dias especiais sob a regência das diversas fases da Lua para executarem seus trabalhos

Por trabalharem também com as energias do Oriente, utilizam-se de cristais, incensos, pedras energéticas, com as cores, com os quatro elementos da natureza. Cheios de simpatias espirituais, os espíritos ciganos trabalham para a cura de doenças da alma, olhando profundamente nos olhos dos consulentes para enxergarem o que lhes vai no espírito com a intenção de ajudarem naquilo que lhes for permitido.

 

Têm o Cigano Wladimir como um dos grandes chefes de tribo deste povo.

 

Sua saudação, na Umbanda, é ARRIBABÔ, ARRIBA!!!

 


 

 

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